PLANO PREVÊ VACINAÇÃO DE 2,9 MILHÕES CONTRA COVID-19 EM PE, VEJA NÚMERO DE PESSOAS EM CADA GRUPO
Plano de Vacinação contra a Covid-19 de Pernambuco prevê a imunização de 2.949.695 pessoas que fazem parte dos grupos prioritário determinado pelo governo federal. Na primeira etapa, o governo recebeu 270 doses da CoronaVac, que poderão ser aplicadas em 129 mil pacientes. De acordo com o plano estadual, o maior grupo prioritário é de idosos com mais de 60 anos, que são 1.252.642. Esses grupo de idosos, contemplado pela segunda fase do plano, não inclui os maiores de 60 anos que vivem em abrigos e outras instituições de longa permanência. Eles são 2.462 e estão presentes na primeira fase, com trabalhadores da saúde, pessoas com deficiência institucionalizadas e indígenas aldeados. Ainda não há previsão para imunização completa dos grupos prioritários, nem de iniciar as outras etapas de vacinação, já que isso depende do envio de doses pelo Ministério da Saúde.O segundo maior grupo de prioridades para recebimento da vacina é o de pessoas com comorbidades. Elas somam 615.733 e estão na terceira etapa de imunização. Estão inclusas pessoas com diabetes, hipertensão grave, doença pulmonar obstrutiva crônica, doença renal, doenças cardiovasculares e cerebrovasculares, pessoas transplantadas de órgão sólido, pessoas anemia falciforme e com obesidade grave (com IMC maior que 40). Em seguida, vêm as pessoas com deficiência permanente severa, que são 429.981. Elas estão na quarta e última etapa de prioridades para recebimento da vacina. Essa fase também prevê a vacinação de trabalhadores como do setor da educação, forças de segurança e salvamento, forças armadas, trabalhadores do transporte público e caminhoneiros.
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MÉDICO QUE DEFENDIA CLOROQUINA E CRITICAVA OMS MORRE DE COVID-19
lsonarista, Lécio Patrocínio morreu no último sábado (2/1) no Rio de Janeiro depois de passar quase quatro meses internado para tratar complicações de uma pneumonia. O médico Lécio Patrocínio, de 68 anos, morreu vítima de COVID-19 no último sábado (2/1). Bolsonarista, Lécio defendia o uso da cloroquina e criticava a OMS (Organização Mundial da Saúde). Lécio desenvolveu complicações sucedidas de uma pneumonia. Ele chegou a ficar um mês internado em Macaé e há cerca de três semanas havia sido transferido para o Hospital Copa D’Or, no Rio de Janeiro, onde morreu. Além de médico, Lécio era professor do curso de Medicina no campus Macaé. Em nota, Lécio desenvolveu complicações sucedidas de uma pneumonia. Ele chegou a ficar um mês internado em Macaé e há cerca de três semanas havia sido transferido para o Hospital Copa D’Or, no Rio de Janeiro, onde morreu. Além de médico, Lécio era professor do curso de Medicina no campus Macaé. Em nota, a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) lamentou a morte. "A Reitoria da UFRJ lamenta a morte do professor e presta sinceras condolências à família, aos amigos e à comunidade acadêmica macaense. Transmitimos força neste momento de pesar, nos primeiros dias de 2021". O prefeito da cidade, Welberth Rezende (Cidadania), também lamentou a morte nas redes sociais: "Um grande médico e ser humano que há décadas presta serviços relevantes à saúde de Macaé", destacou.
UM ANO DEPOIS DO PRIMEIRO CASO DE COVID-19, BRASIL TEM 1.327 MORTES EM 24 HORAS
De acordo com o consórcio de imprensa, a média móvel, que contabiliza o número de óbitos da última semana, é de 1.148
O consórcio de veículos de imprensa divulgou um balanço nesta sexta-feira, 26, com os números da pandemia de covid-19 no Brasil, de acordo com dados das secretarias estaduais de Saúde. O país tem 252.988 óbitos e 10.457.794 casos confirmados da doença. Há exatamente um ano, era confirmado o primeiro caso da doença no país. O balanço, atualizado às 20 horas, mostra que no período de um dia foram registradas 1.327 vítimas e 63.908 testes reagentes para o coronavírus. Os dados são compilados pelo consórcio de imprensa que reúne UOL, Folha de S.Paulo, O Estado de S. Paulo, O Globo, G1 e Extra. A média móvel, que contabiliza o número de óbitos da última semana, é de 1.148. A média de casos está em 53.729. Segundo o levantamento feito pelo consórcio de imprensa, o Brasil já tem um total de 6.433.345 de doses aplicadas contra a covid-19. Este valor é a soma dos 26 estados mais o Distrito Federal e equivale a 3,04% da população brasileira.
COVID: ESTADOS VÃO APELAR AO GOVERNO FEDERAL PARA QUE ADOTE MEDIDAS RESTRITIVAS EM TODO O PAÍS
O governador do Piauí, Wellington Dias (PT), presidente do Fórum de Governadores, afirmou nesta sexta-feira (26) que os governos estaduais vão fazer um apelo ao Ministério da Saúde para que determine medidas restritivas em todo o país a fim de conter a expansão da Covid-19. Segundo Wellington Dias, os sistemas de saúde de 20 estados e o Distrito Federal estão no limite ou já entraram em colapso. "E não há como um estado socorrer o outro neste momento. Por isso, os governadores estão apelando ao Ministério da Saúde para que ordene medidas restritivas em todo o país”, declarou.
Ao menos 12 estados e o Distrito Federal adotaram — ou anunciaram que vão adotar — novas restrições para conter o crescimento de casos e de mortes por Covid-19.
O Brasil enfrenta aumento sem precedentes do número de casos e de mortes pela doença, o que pressiona unidades de saúde na rede estadual e municipal. Estados relatam situação crítica em razão da ocupação recorde de leitos de Unidades de Terapia Intensiva (UTI). Sete estados anunciaram restrição de atividades e toque de recolher: Bahia, Ceará, Paraíba, Piauí, Paraná, Rio Grande do Norte e São Paulo. Outros cinco (Acre, Mato Grosso do Sul, Pernambuco, Rio Grande do Sul e Santa Catarina) mais o Distrito Federal anunciaram ou mantiveram endurecimento de restrições a comércio e a serviços não essenciais. "Vinte estados e o Distrito Federal estão à beira de um colapso com falta de leitos, hospitais numa situação de superlotação, óbitos elevados, um país que ultrapassou 250 mil óbitos. O Congresso Nacional aprovará o auxílio emergencial para garantir, como sempre foi, para todos os brasileiros", afirmou. Para Wellington Dias, os governadores estão adotando medidas restritivas que "levam em conta a situação do emprego, mas a preocupação com a vida". O objetivo, afirmou, deve ser evitar a transmissão ainda maior do novo coronavírus.