SIGA NAS REDES SOCIAIS
FACEBOOK  TWITTER  INSTAGRAM  
Untitled Page

contador de visitas
VACINAÇÃO CONTRA COVID SERÁ SIMULTÂNEA EM TODO O PAÍS, DIZ MINISTÉRIO DA SAÚDE
O Ministério da Saúde informou neste sábado, 9, que acertou com o Instituto Butantã a compra da totalidade das vacinas contra covid-19 produzidas pelo laboratório e que a vacinação com o imunizante será simultânea em todo o País. Em nota, a pasta afirmou que as doses serão distribuídas em quantidade proporcional à população de cada Estado. Com isso, todos os brasileiros receberão o imunizante contra o coronavírus ao mesmo tempo, de forma gratuita. O Instituto desenvolve a vacina Coronavac, em parceria com a farmacêutica chinesa Sinovac. O anúncio foi feito um dia depois de o secretário de Saúde de São Paulo, Jean Gorinchteyn, afirmar que a aplicação das doses no Estado começará no dia 25, mesmo se o governo federal optar por outra data. O secretário chegou a afirmar que a data poderia ser antecipada. O Instituto Butantan é vinculado ao governo paulista. "Em todas as campanhas vacinais, principalmente da gripe, São Paulo sempre se antecipou ao Programa Nacional de Imunização", afirmou o secretário em entrevista coletiva nesta sexta-feira, 8. O documento do Ministério da Saúde não define uma data para o início da vacinação. Nesta semana, o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, disse que a aplicação poderia começar dia 20, na melhor das hipóteses. O Ministério diz que o acordo foi feito também nesta sexta-feira em reunião com representantes do Instituto Butantã. Com isso, as 100 milhões de doses adquiridas pela pasta serão incorporadas ao Plano de Operacionalização da Vacinação contra a Covid-19. O Ministério disse ainda que todas as vacinas adquiridas ou em negociação, que tenham aval da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), seguirão o mesmo caminho, sendo incorporadas e distribuídas a toda a população, ao mesmo tempo. "Assim, brasileiros de todo o País receberão a vacina simultaneamente, dentro da logística integrada e tripartite, feita pelo Ministério da Saúde e as Secretarias Estaduais e Municipais de Saúde", diz o comunicado. "Os Estados receberão as doses em quantidade proporcional à sua população e farão a distribuição aos 5.570 municípios brasileiros, de forma que todas as salas de vacinação do País recebam as vacinas o mais rápido possível."Ao Estadão, o Instituto Butantã confirmou a  cláusula de exclusividade do contrato firmado com o Governo Federal. Com isso, os 10,8 milhões de doses que o estado possui em estoque não são destinados unicamente à população paulista. De acordo com João Gabbardo, coordenador executivo do Centro de Contingência da Covid-19, cerca de 20% das vacinas vão permanecer em São Paulo. O restante será administrado pelo Ministério da Saúde e distribuído aos outros estados. Na nota, o governo afirmou que a campanha deve começar tão logo os imunizantes recebam autorização da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), para uso emergencial ou o registro definitivo. Nesta sexta-feira, o Instituto Butantã e a Fiocruz, que produz a vacina de Oxford no Brasil, entraram com pedido de uso emergencial das vacinas na agência reguladora. O resultado deve ser divulgado no prazo máximo de dez dias.
CORONAVÍRUS: GOVERNO DO AMAZONAS REQUISITA OXIGÊNIO DE 11 INDÚSTRIAS PARA SUPRIR HOSPITAIS EM COLAPSO
Em meio à dramática falta de gás oxigênio para tratamento de pessoas internadas com covid-19 em Manaus, a Secretaria de Saúde do Amazonas determinou nesta quinta-feira a requisição administrativa de "eventual estoque ou produção de oxigênio" de onze empresas, como montadoras e produtoras de Eletrodomésticos. As indústrias afetadas são Gree Eletric, Moto Honda, Yahama Motor, Electrolux, TPV, Whirlpool, Sodecia da Amazônia, Denso Industrial da Amazônia, Caloi, Flextronics International e Cometais. A BBC News Brasil procurou a Federação das Indústrias do Estado do Amazonas para comentar a requisição e saber se houve também iniciativas do setor para doações, mas não obteve retorno. Por enquanto, a reportagem conseguiu confirmar apenas uma iniciativa da Samsung. A empresa disse que está com uma força-tarefa em sua fábrica na zona franca de Manaus para realizar a doação ainda hoje. A assessoria da Samsung não soube informar, porém, qual será a quantidade doada. A requisição não tem limite de duração — ao seu final, será instaurado no prazo máximo de dez dias processo administrativo para apurar eventual indenização a ser paga às empresas. Caso haja resistência em fornecer o gás oxigênio, a notificação extrajudicial que comunica a requisição estabelece ainda que "fica autorizado o imediato uso de força policial, além de outras medidas coercitivas e restrições de direito juridicamente admitidas, observada a moderação no emprego da força e a proporcionalidade dos meios para evitar danos desnecessários ao bem requisitado no presente ato". A não entrega do produto pode também levar as empresas a serem enquadradas em crimes contra a saúde pública, ressalta a notificação. Manaus sofre um novo pico de internações por causa do coronavírus, após as festas de fim de ano. Nas últimas horas, relatos de falta de oxigênio nos hospitais da cidade começaram a circular pelas redes sociais. Diversos veículos de imprensa confirmaram a situação desesperadora em muitos dos hospitais da cidade. Os cilindros com esse gás são essenciais para manter e estabilizar os pacientes com covid-19 grave — além de pacientes com outras enfermidades. Sem esse insumo básico, muitos indivíduos hospitalizados vão acabar morrendo. O coronavírus já matou mais de 206 mil pessoas no Brasil.
PLANO PREVÊ VACINAÇÃO DE 2,9 MILHÕES CONTRA COVID-19 EM PE, VEJA NÚMERO DE PESSOAS EM CADA GRUPO
O Plano de Vacinação contra a Covid-19 de Pernambuco prevê a imunização de 2.949.695 pessoas que fazem parte dos grupos prioritário determinado pelo governo federal. Na primeira etapa, o governo recebeu 270 doses da CoronaVac, que poderão ser aplicadas em 129 mil pacientes. De acordo com o plano estadual, o maior grupo prioritário é de idosos com mais de 60 anos, que são 1.252.642. Esses grupo de idosos, contemplado pela segunda fase do plano, não inclui os maiores de 60 anos que vivem em abrigos e outras instituições de longa permanência. Eles são 2.462 e estão presentes na primeira fase, com trabalhadores da saúde, pessoas com deficiência institucionalizadas e indígenas aldeados. Ainda não há previsão para imunização completa dos grupos prioritários, nem de iniciar as outras etapas de vacinação, já que isso depende do envio de doses pelo Ministério da Saúde.O segundo maior grupo de prioridades para recebimento da vacina é o de pessoas com comorbidades. Elas somam 615.733 e estão na terceira etapa de imunização. Estão inclusas pessoas com diabetes, hipertensão grave, doença pulmonar obstrutiva crônica, doença renal, doenças cardiovasculares e cerebrovasculares, pessoas transplantadas de órgão sólido, pessoas anemia falciforme e com obesidade grave (com IMC maior que 40). Em seguida, vêm as pessoas com deficiência permanente severa, que são 429.981. Elas estão na quarta e última etapa de prioridades para recebimento da vacina. Essa fase também prevê a vacinação de trabalhadores como do setor da educação, forças de segurança e salvamento, forças armadas, trabalhadores do transporte público e caminhoneiros.